Presidente da Comissão Permanente de Segurança Institucional do TJAM, o desembargador Abraham Peixoto Campos Filho participa da formação.




O presidente da Comissão Permanente de Segurança Institucional do Tribunal de Justiça do Amazonas (CPSI/TJAM), desembargador Abraham Peixoto Campos Filho está participando do “1.º Curso STJ – Interpol - Estrutura, instrumentos de cooperação e os novos desafios no enfrentamento da criminalidade transnacional”, que começou na terça-feira (26) e será concluído nesta quarta-feira ( 27), em Lyon, na França .
Realizado em parceria entre o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e a Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), o evento tem por objetivo capacitar magistrados brasileiros em temas relacionados à cooperação internacional e ao enfrentamento da criminalidade organizada transnacional.
Com a participação de ministros, desembargadores estaduais e federais e representantes da América do Sul, a programação do primeiro dia contou com abertura oficial conduzida pelo secretário-geral da Interpol, Valdecy Urquiza, e pelo presidente do STJ e do Conselho da Justiça Federal (CJF), ministro Herman Benjamin. Na sequência, foi realizada a assinatura de termo de cooperação entre o STJ e a Interpol.
Em discurso, o ministro Herman Benjamin falou, como um dos tópicos, sobre a transformação da criminalidade contemporânea. "Esse é um momento importante para nós, juízes, e para a Interpol, porque trazemos as duas faces da moeda da Justiça criminal juntas", declarou.
As atividades foram conduzidas por diretores e especialistas da Interpol, com moderação de ministros do STJ, entre eles Rogerio Schietti Cruz, Ribeiro Dantas e Joel Ilan Paciornik.
Entre os temas abordados no primeiro dia estiveram o marco jurídico da atuação da Interpol, as bases de dados da organização, notificações e difusões internacionais, além da cooperação judicial por meio dos canais da instituição. Também foram discutidas as ações da Interpol na América Latina e o funcionamento da Comissão de Controle dos Arquivos da Interpol (CCF).
Nesta quarta-feira, a programação do curso concentra-se nos debates sobre crimes ambientais, tráfico internacional de drogas, tráfico de pessoas, contrabando de migrantes, desaparecimento de pessoas, crimes financeiros e cibercrime. A agenda incluiu uma visita institucional guiada à sede da Interpol.
#PraTodosVerem: A imagem mostra um grande grupo de pessoas posando em frente ao prédio-sede da INTERPOL, em um ambiente externo iluminado pela luz do dia. O edifício possui fachada moderna, composta por grandes painéis de vidro espelhado e estruturas metálicas verticais. Na parte superior da entrada principal está escrito “INTERPOL” em letras grandes e metálicas. Duas árvores altas e estreitas ornamentam a entrada do prédio, uma de cada lado da porta principal. Na área em frente ao edifício, cerca de vinte pessoas aparecem organizadas em fila para uma foto oficial. A maioria veste roupas sociais formais, como ternos escuros, gravatas, vestidos e conjuntos executivos. Os homens usam predominantemente ternos em tons de preto, azul-marinho e cinza; algumas mulheres usam vestidos longos ou conjuntos elegantes em cores neutras e vinho.
Sandra Bezerra (com informações do STJ)
Foto: Divulgação STJ/Interpol
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