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TJAM prestigia abertura do “XX Consepre” em São Paulo

Encontro reúne presidentes dos Tribunais de Justiça de todo o País para o debate de questões atuais do Poder Judiciário brasileiro.  O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) participou, nesta quarta-feira (13/5), da abertura do “XX Encontro do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (Consepre)”, realizado no Palácio da Justiça, em São Paulo. Representando o Judiciário amazonense, o...

Justiça condena vereador de Manaus por prática de nepotismo

Sentença da 3.ª Vara da Fazenda Pública de Manaus reconheceu nomeações irregulares de concunhados do parlamentar para cargos comissionados em seu gabinete, apontadas pelo Ministério Público em Ação Cívil Pública por Ato de Improbidade Administrativa. A juíza Etelvina Lobo Braga, titular da 3.ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Manaus, condenou o vereador Samuel da Costa Monteiro por ato de...

Esmam e Universidade de Brasília anunciam nova parceria com seleção para Doutorado em Direito

Parceria foi autorizada pela Presidência do Tribunal de Justiça do Amazonas e serão oferecidas 20 vagas para magistrados do Judiciário Estadual. O Tribunal de Justiça do Amazonas, por meio da Escola Superior da Magistratura do Amazonas (Esmam), e a Universidade de Brasília (UnB) firmaram parceria para a realização de um programa de Doutorado Interinstitucional em Direito, Estado e Constituição, voltado para...

TJAM 135 Anos - Ejud abre inscrições para webinário sobre desafios para a modernização da Justiça

A atividade integra a programação das comemorações dos 135 anos de instalação do Poder Judiciário do Amazonas. As inscrições para participar do webinário "Os desafios para a modernização da Justiça" já estão abertas por meio da plataforma EmeronWeb ou clicando AQUI  Promovida pelo Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM), por meio da Escola Judicial (Ejud), o evento integra a programação...

Esmam está com inscrições abertas para curso que abordará normativas e mecanismos internacionais e nacionais de prevenção e combate à tortura

O curso será ministrado por pela mestra em Direitos Humanos, Cidadania e Políticas Pública, Camila Antero de Santana, e pela advogada Ana Valeska Duarte, coordenadora-geral do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura. A Escola Superior da Magistratura do Amazonas (Esmam) está com inscrições abertas para o curso “Noções sobre normativas e mecanismos internacionais e nacionais de prevenção e combate à...

Justiça determina manutenção da alimentação de presos em São Gabriel da Cachoeira (AM)

Decisão judicial prevê também o bloqueio de valores para assegurar fornecimento de refeições a delegacia do município.  O juiz de Direito Manoel Átila Araripe Autran Nunes, titular da Vara Única da Comarca de São Gabriel da Cachoeira, município distante 852 quilômetros de Manaus, determinou ao Governo do Estado do Amazonas a manutenção contínua, regular e adequada do fornecimento de alimentação aos...

Desembargadora Maria das Graças Figueiredo é homenageada em sua última participação na Sessão do Pleno, antes da aposentadoria

Colegas destacaram pioneirismo, atuação institucional e defesa dos direitos das mulheres na trajetória de 47 anos dedicados pela magistrada ao Poder Judiciário amazonense.  A sessão do Pleno do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), desta terça-feira (12/5), foi marcada por homenagens à desembargadora Maria das Graças Pessôa Figueiredo, em sua última participação no colegiado antes da aposentadoria, marcada para a quinta-feira...

TJAM empossa mais um aprovado no concurso público para juiz substituto

Fábio Camargo Rosa tomou posse na manhã desta terça-feira (12/5), em cerimônia virtual conduzida pelo presidente da Corte, desembargador Jomar Fernandes.   O presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas, desembargador Jomar Fernandes, empossou nesta terça-feira (12/4) mais um aprovado no concurso para juiz substituto de carreira do TJAM. Fábio Camargo Rosa foi nomeado na segunda-feira (11),conforme Ato publicado no Diário da...

Em Presidente Figueiredo, mutirão judicial deve movimentar 276 processos que têm como parte pessoas com 60 anos ou mais

O período de esforço concentrado também inclui a realização de audiências de conciliação em 46 processos. O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) realiza, de 11 a 13 de maio, na Comarca de Presidente Figueiredo, mais um mutirão de audiências com a finalidade de agilizar a tramitação de ações que envolvem pessoas com 60 anos ou mais. Para o mutirão foram pautadas...

"MAIO LARANJA" - TJAM inicia mutirão de audiências em processos que tratam de crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes

O período de esforço concentrado, que vai até sexta-feira (15), tem como meta a realização de 100 audiências. O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), por meio da 2.ª Vara Especializada em Crimes contra a Dignidade Sexual e Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes, iniciou nesta segunda-feira (11/05) um Mutirão de Audiências de Instrução e Julgamento alusivo à campanha "Maio Laranja...

Acesso Rápido

Sessão Câmara Criminal do dia 25.05.26 terá início às 8h30m.

Prezados advogados e público em geral, por determinação da Exma...

COMUNICADO: Segunda Câmara Cível - Sessão do dia 13/04/2026

  De ordem do Exmo. Sr. Desdor. Yedo Simões de Oliveira...

COMUNICADO: Segunda Câmara Cível - Sessão do dia 06/04/2026

Por determinação do Excelentíssimo Senhor Desembargador Yedo Simões de Oliveira...

COMUNICADO - 1.ª Câmara Cível - Sessão do dia 09/03/2026

  De ordem do Exmo. Sr. Des. Cláudio César Ramalheira Roessing...

COMUNICADO: 2.ª Câmara Cível - Sessão do dia 09/03/2026

De ordem do Exmo. Sr. Desdor. Yedo Simões de Oliveira...

O Poder Judiciário brasileiro vem enfrentando um momento de muita instabilidade normativa por conta das contínuas mudanças que vêm ocorrendo no texto do novo Código Florestal. E ainda há possibilidade de a matéria parar no Supremo Tribunal Federal (STF) para verificar a constitucionalidade das disposições contidas na legislação. Esta é a opinião do procurador regional da República da 1a. Região, Nicolau Dino, que participou nesta sexta-feira do último dia de debates do I Congresso Internacional de Magistrados sobre Meio Ambiente, no Tropical Hotel Manaus, e falou sobre o novo Código Florestal e as Áreas de Preservação Permanente.


 

"Vivemos um momento de muita instabilidade normativa. Estamos diante de um novo Código Florestal, que piorou em muitos aspectos os níveis de proteção ambiental; diversos dispositivos foram vetados; houve ainda uma edição de uma Medida Provisória (MP), após a sanção, alterando o código; vemos que esta MP está sendo objeto de apreciação agora do Congresso Nacional e o relator está introduzindo mais modificações no texto que já tinha sido alterado pela Medida Provisória. Ou seja, trata-se de um absoluto momento de instabilidade", explica Nicolau Dino. Segundo ele, cogita-se que o Congresso Nacional não teria condição de votar a Medida Provisória dentro do prazo constitucional e, se isso acontecer, ela perderá a validade. "Com isso, todos os pontos alterados por meio da MP ficam sem validade, voltando a vigorar o que foi editado anteriormente", comenta, ressaltando que o Governo Federal se verá na condição de editar uma nova MP ou ter que encaminhar, em caráter de urgência, um novo projeto de lei ao Congresso. "Não se sabe ainda o que vai acontecer. E, nesse meio tempo, o Judiciário fica numa situação de insegurança sobre qual diretriz deverá seguir. Acredito que, depois de dissipadas todas as dúvidas e definido o texto que será aplicado, teremos de pensar numa possível discussão no Supremo Tribunal Federal quanto à constitucionalidade ou não das disposições do novo código que alteraram para pior os níveis de proteção florestal. Seria um questionamento para o Supremo e muitos juristas já estão se movimentando nesse sentido. Essa discussão, fatalmente, chegará ao STF", declara.

Para o procurador, o novo código florestal traz aspectos que ratificam um nível especial de proteção das Áreas de Proteção Permanente (APP), porém, a nova legislação, de maio de 2012, traz também "muitos traços de retrocesso" na proteção tanto das APP`s quanto de reservas legais. "O exemplo é a anistia para aqueles que exploraram irregularmente áreas de preservação permanente e reservas legais até julho de 2008 e isso é um desestímulo para quem vinha cumprindo a lei até então. Ou seja, o infrator ganhou vantagens e aquele que sempre cumpriu a lei se vê desestimulado por força de uma anistia que beneficia quem estava em situação irregular", defende Dino. Para ele, a anistia aumenta o passivo ambiental. A questão é uma das preocupações do Poder Judiciário, segundo o procurador. "Estamos diante de situações que, na prática, justificam o aprimoramento dos mecanismos de proteção e não o contrário", acrescenta.

Nicolau Dino cita o desmatamento na Amazônia como exemplo. "Os níveis de desmatamento caíram em 2012. Também houve uma redução de 8% em 2011, quando comparado com o ano anterior, mas os níveis que temos hoje equivalem a praticamente 12 campos de futebol por dia de desmatamento irregular na Amazônia. Estamos falando de 1,8 quilômetros quadrados por dia, aproximadamente, de desmatamento irregular. Na prática, se comparar com o passivo de dez anos atrás, vamos encontrar áreas equivalentes ao território da Áustria que são desmatadas por ano no Brasil. Apesar de o Governo Federal comemorar hoje uma redução, precisamos olhar o passivo e este é muito grande. Isso assinala a necessidade de  melhorarmos ou pelo menos estabilizarmos o processo, mantendo os níveis de proteção e não piorando", afirma, citando dados do Programa de Monitoramento do Desmatamento da Amazônia.

O Ministério Público em todo o País, de acordo com o procurador, tem ajuizado ações para obrigar proprietários a recuperar as áreas degradadas. "A obrigação é inerente à coisa. Significa que, seja quem for o proprietário ou possuidor, mesmo que não tenha degradado anteriormente, se ele adquiriu uma área degradada, enquanto proprietário, tem o dever de manter esse local recuperado. E as ações são propostas para exigir que daquele que hoje é proprietário ou possuidor, a recuperação que foi indevidamente desmatada, principalmente a reserva legal e as áreas de preservação permanente", salienta. Nicolau Dino explica que a jurisprudência seguida pelos tribunais, principalmente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), é muito consolidada nesse sentido, "é uma obrigação real". Esse dispositivo, ainda de acordo com Nicolau Dino, não mudou no novo texto do código Florestal. "Pelo contrário, reafirmou. O que mudou foi o tamanho da área e exime o proprietário de até quatro módulos fiscais do dever de manter a área recuperada", completa. "As mudanças que estão no novo código florestal propiciam, na prática, a redução tanto das áreas de preservação permanente quanto das reservas legais", enfatiza.

CONGRESSO RESULTARÁ EM CARTA DE MANAUS

Na noite desta sexta-feira, os presidentes da Associação dos Magistrados do Amazonas (Amazon), desembargador Aristóteles Lima Thury, e da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), desembargador Nelson Calandra, farão a leitura da Carta de Manaus, com o resultado dos debates promovidos pelo I Congresso Internacional de Magistrados sobre Meio Ambiente e a contribuição e experiência de magistrados de todo o Brasil e também do exterior. A leitura será feita antes da confraternização que encerrará o evento com a apresentação do folclore regional.

Desde o dia 08, especialistas em Direito Ambiental, pesquisadores, juízes, acadêmicos de Direito, desembargadores de vários tribunais do País, além de autoridades convidadas, estiveram reunidas no Tropical Hotel, em Manaus, discutindo o panorama mundial do Direito Ambiental e Políticas Ambientais, o Judiciário e o meio ambiente, a prevenção e reparação do dano ambiental provocado pelo lixo, os recursos hídricos e a mineração e, por fim, o polêmico texto do novo Código Florestal Brasileiro. O evento foi promovido pela AMB e Amazon, com apoio da Escola Nacional da Magistratura, Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados, Governo do Amazonas, Prefeitura de Manaus, Justiça Federal, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Suframa, PNUMA, Konrad Adenauer Stiftung, IUCN e Impram. 

Divisão de Divulgação de Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM)
(92) 2129-6771/6772 ou 3303-5209/5210
www.tjam.jus.br 

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