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Tribunal de Justiça do Amazonas divulga edital para preenchimento de vaga de juiz no TRE/AM

Vaga será aberta em decorrência do término do primeiro biênio da juíza Mônica Cristina Raposo da Câmara Chaves, a ocorrer no dia 19/08/2026. A Presidência do Tribunal de Justiça do Amazonas...

Corregedoria-Geral de Justiça do Amazonas realizará mutirão do “Registre-se!” no município de Barcelos

Mutirão de combate ao sub-registro civil ocorrerá no período de 8 a 10 de junho no município. Em reunião realizada nesta terça-feira (14/4), a Corregedoria-Geral de Justiça do Amazonas e a...

NOTA OFICIAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO AMAZONAS

Eleição dos Ministros Luis Felipe Salomão e Mauro Campbell Marques.     O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) parabeniza os Excelentíssimos Senhores Ministros Luis Felipe Salomão e Mauro Campbell Marques, eleitos nesta...

TJAM convoca aprovados para estágio em Direito e divulga data para curso de formação inicial

Como parte do processo de admissão, os candidatos deverão participar do Curso de Formação Inicial, que será realizado de forma presencial no dia 30 deste mês de abril.   O Tribunal de...

TJAM e instituições parceiras encerram programação da 2.ª Semana Nacional de Saúde no Amazonas

Evento de iniciativa do Conselho Nacional de Justiça mobilizou instituições do Sistema de Justiça e órgãos municipais e estaduais da área da Saúde. A "2.ª Semana Nacional da Saúde" - ação...

Ministros do STF e STJ participam da posse dos 23 novos juízes do Tribunal de Justiça do Amazonas

A Turma “Ministro Mauro Campbell” inaugura também a inédita denominação das turmas de empossandos na magistratura do Judiciário amazonense.   As autoridades máximas das Cortes Superiores do País participaram, no final da manhã...

Emoção e compromisso com a construção de uma sociedade mais justa marcam a posse dos novos juízes

Realizada no auditório do TJAM, a cerimônia de posse reuniu, além de autoridades, grande número de familiares e convidados dos novos juízes. Longos anos de estudos, um ano participando de um...

Juízes do TJAM, recém-empossados, escolhem as comarcas onde atuarão após o curso de formação que inicia neste mês de abril

A audiência foi conduzida pelo presidente do TJAM, desembargador Jomar Fernandes.   O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) realizou, na tarde desta segunda-feira (13/4), a audiência de escolha de comarcas para os...

“Semana Nacional do Registro Civil – Registre-se!” tem início com mutirão de atendimento no Centro de Convenções Vasco Vasques

Mutirão de atendimento em combate ao sub-registro civil é realizado no Centro de Convenções Vasco Vasques. O Poder Judiciário Estadual, por meio da Corregedoria-Geral de Justiça do Amazonas (CGJ-AM), deu início...

TJAM empossa 23 novos juízes na segunda-feira, dia 13 de abril

Os novos magistrados vão reforçar a atuação do Judiciário, sobretudo nas comarcas do interior do Amazonas. O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) dará posse, na segunda-feira (13 de abril), às 10h...

Acesso Rápido

Sessão Extraordinária da Câmara Criminal no dia 23.04.2026, 09h.

Prezados advogados e público em geral, de ordem da Exma...

COMUNICADO: Segunda Câmara Cível - Sessão do dia 13/04/2026

  De ordem do Exmo. Sr. Desdor. Yedo Simões de Oliveira...

COMUNICADO: Segunda Câmara Cível - Sessão do dia 06/04/2026

Por determinação do Excelentíssimo Senhor Desembargador Yedo Simões de Oliveira...

COMUNICADO - 1.ª Câmara Cível - Sessão do dia 09/03/2026

  De ordem do Exmo. Sr. Des. Cláudio César Ramalheira Roessing...

COMUNICADO: 2.ª Câmara Cível - Sessão do dia 09/03/2026

De ordem do Exmo. Sr. Desdor. Yedo Simões de Oliveira...

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A norma, que dispensa a mediação do Judiciário durante a fase de investigação policial, foi recomendada pelo CNJ em 2013.


A partir desta quarta-feira (21), as ocorrências criminais registradas nas delegacias de Manaus serão conduzidas pela Polícia Judiciária em comunicação direta com o Ministério Público do Estado. Pelas novas regras, dispostas no Provimento 330/2018 da Corregedoria-Geral de Justiça do Amazonas, durante a fase investigatória a atuação do Judiciário só acontecerá nos casos de prisão e quando necessária a quebra de proteção das garantias individuais, constitucionalmente asseguradas ao cidadão, como: sigilo telefônico, bancário, fiscal e tributário, por exemplo.

Na prática, o juiz passará a atuar somente quando o inquérito ou procedimento investigatório tornar-se ação penal ou nos casos previstos de reserva de jurisdição (prerrogativa absoluta e única do juiz).

De acordo com o corregedor-geral de Justiça do Amazonas, desembargador Lafayette Vieira Júnior, “a medida visa conferir mais eficiência ao trabalho da Polícia Judiciária e do Ministério Público na fase inicial de acusação, além de desafogar as secretarias das Varas Criminais que, até então, cumulavam a responsabilidade de intermediação do diálogo entre os órgãos envolvidos na ação extrajudicial”, explica.

Atualmente, o Amazonas tem 118 Varas Judiciais por onde tramitam mais de 27 mil inquéritos. Com a entrada em vigor do Provimento 330, esse volume passará a fazer parte das filas do Ministério Público dentro do Sistema de Automação Judicial (SAJ), que é o software utilizado pelo Tribunal de Justiça do Amazonas para a gestão de processos. A ferramenta foi adaptada para o uso compartilhado entre TJAM e MPE.

Inicialmente, a medida será implementada nas 41 Varas Criminais da capital, onde tramitam 11.314 inquéritos.

No interior, a vigência do provimento acontecerá por etapas. “Existem algumas comarcas que já têm capacidade de implementação das novas regras porque possuem acesso satisfatório à Internet, como: Tefé, Tabatinga, Itacoatiara, Manacapuru e Coari. Nas comarcas menores, por falta de uma conexão melhor, ainda não será possível utilizar o módulo de tramitação direta. Nesse caso, a equipe de Tecnologia da Informação do TJAM está verificando as alternativas de viabilidade. A meta é implementar a determinação do Provimento em 100% das Varas Criminais do Estado”, ressalta o corregedor-geral de Justiça, desembargador Lafayette Vieira Júnior.

A norma foi recomendada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no relatório do Mutirão Carcerário que aconteceu em 2013, no Amazonas.

Confira entrevista com o desembargador Lafayette Vieira Júnior, corregedor-geral de Justiça e responsável pela materialização da medida que entra em vigência nesta quarta-feira e modifica a forma de tramitação do inquérito policial no Amazonas:

Desembargador, de onde veio a ideia de alteração dessas regras?

Não é de hoje que os juízes de competência Criminal desejam isso. Em 2013, o Conselho Nacional de Justiça, quando esteve no Amazonas por ocasião do mutirão carcerário, recomendou formalmente no relatório final que se separasse, ou seja, que se fizesse a tramitação direta de inquéritos porque isso facilita o trâmite da investigação. Podendo fazer direto porque fazer uma ponte? Não precisa disso, o volume é muito alto.

Como funcionava a tramitação do Inquérito Policial no Amazonas?

O modelo que estamos substituindo atribuía aos juízos e às Secretarias das Varas Criminais a responsabilidade de mediar o diálogo entre a Polícia Judiciária e o Ministério Público. E esse mero ajuste pode trazer reflexos muito positivos. Vamos aos exemplos: As Varas de Combate à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher chegam a ter centenas de inquéritos policiais. Se você tira isso delas, elas se concentram especificamente nas ações penais, que é o foco principal. Na fase de inquérito, nós ainda estamos amadurecendo o conjunto probatório, as investigações, e pelo sistema acusatório hoje vigente, essa é uma prerrogativa exclusiva do Ministério Público. O magistrado deve se manter equidistante. Portanto, balizar a execução de diligências pelo crivo do judiciário não é adequado pelo atual sistema. Na condição de juiz eu não preciso deferir ou indeferir uma diligência. É o órgão acusatório que tem que avaliar a pertinência do ato para a investigação – e essa solicitação deve ser feita diretamente à autoridade policial.

Qual o impacto disso para o judiciário e para a sociedade?

Até o mês de junho eram 27,8 mil inquéritos policiais ativos no âmbito do judiciário amazonense, com as novas regras todo esse acervo será transferido para a competência do Ministério Público e Polícia Judiciária. O juiz só atuará quando o inquérito ou procedimento investigatório passar a ser uma ação penal. Isso significa dizer que as Varas Criminais terão a possibilidade de focar, com mais tranquilidade, no que está realmente sob sua competência: os processos. Com isso, pretendemos ter um aumento de produtividade que se reverte em prol dos cidadãos que estão à espera de Justiça”

Isso vai impactar nas estatísticas do TJAM?

Sim. Esses inquéritos serão baixados, então eles não vão computar naquele acervo ativo da Vara Criminal e isso impacta, inclusive, no alcance das Metas Nacionais do CNJ. Hoje eles são contabilizados para tudo, mas com a mudança na tramitação só vai contabilizar no momento que o juiz tiver que atuar ou na etapa conhecida com “evolução de classe” (quando ele deixa de ser inquérito ou procedimento investigatório e passar a ser uma ação penal).

Dora Paula - CGJ

Foto: reprodução da Internet

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