TJAM adere à “Campanha Março Lilás” com programação para saúde da mulher

A sede do Poder Judiciário do Amazonas ganhará iluminação especial na cor da campanha, marcando a adesão ao “Movimento Estadual Março Lilás”.


Março LilásNo mês de março, o Tribunal de Justiça do Amazonas, por meio do Subcomitê de Atenção Integral à Saúde de Magistrados e Servidores, realizará uma série de ações voltadas para a conscientização sobre a saúde feminina e a importância de mulheres na faixa etária entre 25 e 64 anos realizarem o exame de prevenção ao câncer de colo uterino. As atividades marcam a adesão do Poder Judiciário à campanha “Março Lilás”, que busca reforçar as orientações sobre esse tipo de câncer, que é a quarta maior causa de morte de mulheres por câncer no Brasil e de incidência comum na região Norte do País, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Além das atividades de orientação e da oferta de exames em agenda organizada pela Divisão de Serviços Médicos, o Edifício Arnoldo Péres, sede do Tribunal, no Aleixo, ganhará iluminação especial, na cor da campanha, durante o mês março, marcando a adesão do Poder Judiciário ao “Movimento Estadual Março Lilás”, conforme autorizado pelo presidente da Corte, desembargador Domingos Chalub, em atendimento a solicitação da Comissão de Saúde e Previdência da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

Organizada pelo Setor Médico, a programação do Março Lilás será desenvolvida com o apoio da Divisão de Divulgação e Imprensa e da Divisão de Cerimonial do TJAM.

“O Tribunal de Justiça prestigia as mulheres no mês delas, com mais uma campanha importante de conscientização, voltada à prevenção ao câncer de colo de útero. Em que pese as regras de distanciamento social, reflexo da pandemia, o Subcomitê de Saúde do TJAM preparou uma programação especial com tal finalidade, incluindo consultas previamente agendadas, esperando a adesão das servidoras para o êxito dessas atividades”, explica o juiz coordenador do Subcomitê da Saúde, Áldrin Henrique de Castro Rodrigues.

Segundo o magistrado coordenador, o Subcomitê se reúne mensalmente para aperfeiçoar o calendário de atividades voltadas à saúde e ao bem-estar dos magistrados, servidores e estagiários do TJAM e está a disposição para esclarecimentos de dúvidas e sugestões.

Durante todo o mês de março, magistrados e servidores terão acesso a informações importantes sobre o tema da campanha, por meio de mensagens em forma de cards, posts e envios nas redes digitais (Instagram, Facebook) e intranet. Uma série de vídeos com especialistas trazendo importantes esclarecimentos sobre prevenção, alertas, diagnóstico, riscos e tratamento do câncer de colo uterino também está sendo preparada.

EXAMES

A partir desta sexta-feira (26/02), magistradas, servidoras e dependentes poderão agendar exames, das 8h as 11h30, pelo telefone 2129-6747, onde serão dadas mais orientações.

Nas datas marcadas para os exames serão atendidas quatro pacientes por dia, em razão do protocolo no momento de pandemia.

“A nossa chamada do Setor Médico quer enfatizar e conscientizar as mulheres de que é necessária a realização do exame Papanicolau anualmente para que o câncer de colo uterino seja detectado no início, quando a possibilidade de cura chega a quase 100%”, explica a médica Ana Cyra Saunders Fernandes Coêlho, diretora da Divisão de Serviços Médicos do TJAM.

Ana Cyra lembra que a campanha é de suma importância dentro do contexto médico, sendo o câncer de colo de útero o terceiro tipo de câncer mais frequente entre as mulheres brasileiras e a quarta causa de mortes entre as mulheres no País. “No ano de 2020, segundo o Inca, foram descobertos 16 mil novos casos. Esse tipo de câncer é detectado facilmente em exames preventivos, como o exame Papanicolau e, se forem diagnosticados precocemente, são curáveis na quase totalidade dos casos, com chances de cura próximas a 100%. A estratégia mais eficaz na redução da mortalidade é a realização do exame Papanicolau; a vacinação contra o vírus HPV e o uso de preservativo durante a atividade sexual”, frisa a médica diretora.

Ela também chama a atenção para a importância da vacinação de meninas (de 9 a 14 anos) e meninos (de 11 a 14 anos) contra o HPV, medida que impacta em 90% de sucesso na diminuição do risco de adquirir a doença, uma vez que o vírus está na origem de expressivo número da doença.

 

 

 

Sandra Bezerra

Foto: reprodução da internet

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