Cejusc Família promoverá dois encontros virtuais do projeto “Grupo de Parentalidade” neste mês de março

O primeiro acontece nesta terça-feira, a partir das 18h, por meio da plataforma Google Meet.


Parentalidade foto

O Centro Judiciário de Solução de Conflitos (Cejusc – Família e Polo), do Tribunal de Justiça do Amazonas, promoverá nesta terça-feira (02/03), das 18h às 20h, um novo encontro virtual do “Projeto Grupo de Parentalidade”, voltado para pessoas maiores de 18 anos em processo de transformação familiar (divórcio; separação; disputa da guarda de filhos; regulamentação de visita; reconhecimento socioafetivo; entre outros).

Os interessados em participar podem acessar o evento por meio da plataforma Google Meet, no link meet.google.com/hcg-moze-uhg, que está na bio do perfil  @falandodefamilias, no Instagram. Não há necessidade de agendamento prévio nem limite do número de participantes.

Ainda neste mês de março, no dia 23, das 09h às 11h, pela mesma plataforma, um novo encontro do tipo será promovido pelo Cejusc Família. Mais informações sobre os encontros podem ser solicitadas via mensagem, no Direct do Instagram, pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone do Setor Psicossocial: (92) 3303-5262.

O Grupo de Parentalidade existe desde 2014, realizando presencialmente encontros e reuniões para adultos, crianças e adolescentes em processo de transformação familiar. Em razão da pandemia, passou a prestar atendimento virtual desde 27 de agosto de 2020.

Durante o encontro virtual são oferecidas exposições por meio de vídeos, músicas, exemplos do cotidiano e, ao final, as pessoas têm um espaço aberto para tirar as próprias dúvidas, de acordo com a realidade vivenciada. “Os nossos grupos objetivam auxiliar famílias que enfrentam conflitos relacionados à ruptura do vínculo conjugal a criar uma relação saudável para, juntos,  minimizar o impacto para os filhos. Além disso, também temos outras situações, por exemplo, de uma pessoa que quer fazer reconhecimento socioafetivo e, nesse caso, não é uma ruptura do vínculo, mas o estabelecimento de um novo vínculo, ou seja, tanto para famílias que são reduzidas pela ruptura quanto para as que são ampliadas, devido a esses novos vínculos jurídicos formados”, explica Munique Pontes, psicóloga do Cejusc.

Segundo ela, o Grupo de Parentalidade não é uma exposição coletiva dos problemas, mas uma reunião onde são oferecidas as principais orientações que uma pessoa precisa quando está passando por um processo de transformação familiar. “A gente aborda, entre outros assuntos, sobre tipos de família para mostrar as diversidades que existe, e não somente o modelo pai, mãe e filhos. Orientamos a respeito de lugares em que eles podem dar entrada em processo judicial; ouvimos os que desejam falar com breve acolhimento psicológico; falamos sobre alinhamento parental. Ainda não estamos com grupo virtual para crianças e adolescentes, mas essa estrutura está sendo estudada”, explica a psicóloga.

 

 

Sandra Bezerra

Arte: Cejusc Família

Revisão de texto: Joyce Tino

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