Entre os capacitados, estão servidores da Ejud, da Esmam, da Ascom e da Comissão de Acessibilidade e Inclusão do Tribunal.

A Escola Judicial (Ejud) e a Comissão de Inclusão e Acessibilidade do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM) capacitaram 25 participantes no curso de Práticas de Audiodescrição, entre servidores da Ejud, da Escola Superior de Magistratura do Amazonas (Esmam), da Assessoria de Comunicação (Ascom) e da Comissão de Acessibilidade do TJAM.
A capacitação foi realizada na sala de aula do Centro Administrativo Desembargador José de Jesus Ferreira Lopes, prédio anexo à sede do TJAM, entre os dias 25 a 27 de março, e foi conduzida pela mestre em Psicologia Criminal, técnica judiciária do Tribunal de Justiça do Estado de Roraima (TJRR) e audiodescritora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Lorrane Costa.
Para Lorrane, o engajamento da turma foi o principal destaque do curso, visto que o “público do TJAM, é sempre muito colaborativo e participativo. Essa imersão dos participantes na formação é muito importante, porque cria momentos valiosos de troca e aprendizado”.
“Utilizamos eventos próprios do Tribunal para treinar a audiodescrição, de forma que a turma se sentisse familiarizada com o conteúdo e pudesse, de forma suave, compreender como é feito o processo de audiodescrição, tornando-se aptos para realizar esse tipo de tradução”, finalizou Lorrane.
Sandra Bezerra, servidora da Assessoria de Comunicação do TJAM (Ascom) que foi uma das concluintes do curso, descreveu a capacitação como “a oportunidade de explorar um mundo totalmente diferente do nosso. Como servidores, precisamos entender que trabalhamos para um público diverso, e isso inclui pessoas com deficiências visuais. Então, a audiodescrição vem como uma ferramenta para que possamos incluir esse grupos invisibilizados, contornando situações relativas à essas deficiências, de forma que eles se sintam incluídos nas atividades do Tribunal”.
“A participação dos servidores, independente de seu setor, nesse curso é necessária, para que todos tenhamos esse conhecimento, saindo das nossas bolhas, na busca de criar um Judiciário inclusivo e diverso”, continuou Sandra, destacando a importância da capacitação para o público interno do TJAM.
#ParaTodosVerem: A imagem que ilustra a matéria é uma fotografia. Ao fundo, é possível enxergar um quadro branco com escritos azuis. À frente do quadro, está a instrutora Lorrane Costa, uma mulher parda com cabelos pretos lisos e longos, vestindo uma camisa branca sem mangas. Ao lado da professora, há uma mesa com um notebook e acima da mesa há uma televisão ligada, exibindo uma transmissão no YouTube. Em primeiro plano, é possível ver seis participantes de costas para a câmera enquanto olham para a professora.
Texto: Gabriel Horta | Ejud
Foto: Nicolle Brito | Ejud