A Escola Superior da Magistratura do Amazonas (Esmam) promoveu, na última sexta-feira (17/04), mais uma edição do Projeto Esmam nas Escolas, com a palestra “Direitos Fundamentais”, conduzida pelo gerente acadêmico da Esmam, Andress Cavalcanti.
O evento foi realizado no Centro Integrado Municipal de Ensino (Cime) Josefina Rosa de Mattos Pereira de Castro, localizado no bairro Jorge Teixeira, Zona Leste de Manaus.
Durante a apresentação, conduzida de forma expositiva e interativa, os adolescentes conheceram seus direitos e deveres por meio de uma conversa informal, vídeos educativos e um espaço para esclarecimento de dúvidas.
“Falar sobre direitos fundamentais com os estudantes é essencial para fortalecer a cidadania desde cedo. Muitas vezes, esses direitos estão presentes no cotidiano, mas não são plenamente compreendidos. O projeto Esmam nas Escolas busca justamente aproximar esse conhecimento da realidade dos jovens, mostrando que eles são sujeitos de direitos e também de responsabilidades”, disse o servidor da Esmam.
O coordenador do Núcleo de Parcerias Institucionais da Semed, Ricardo Simões, ressaltou os benefícios da parceria entre a secretaria e a Escola da Magistratura.
“Estamos iniciando o terceiro ano de parceria com a Esmam, uma experiência exitosa que queremos manter pelos resultados muito positivos com nossos alunos. As palestras dos magistrados fortalecem a aprendizagem e a formação da consciência cidadã, unindo educação e direito. Essa cooperação tem gerado grande engajamento dos estudantes, e seguimos aprimorando o trabalho, certos do valor dessa parceria para a sociedade”, afirmou.
A atual gestora do Cime, Lucicleia Duarte Aquino, expressou seus agradecimentos pela visita do projeto.
“Nós ficamos muito contentes em receber a visita do projeto ‘Esmam nas Escolas’ e satisfeitos com a parceria da Esmam com a Semed, pois é uma oportunidade de levar informações não somente aos alunos, mas para a comunidade em si, já que tudo o que foi explanado será compartilhado na casa de cada educando. Nesse momento, eles têm a oportunidade de tirar suas dúvidas e conhecer os seus direitos”, disse.
No encerramento da atividade, a aluna do 7º ano, Y. L. sentiu-se à vontade para compartilhar experiências marcantes de sua infância, incluindo episódios de bullying que enfrentou no ambiente escolar.
“Eu sofri muito bullying quando era pequena, chorava bastante e não sabia me defender. Guardava tudo para mim e nem contava para minha mãe. Com o tempo, comecei a me abrir mais com ela, e isso me ajudou. Hoje me sinto mais forte, aprendi a me defender e não passo mais por isso. Acho que o bullying só mostra falta de educação e maturidade. As pessoas precisam entender que, assim como não gostam de sofrer, também não devem fazer isso com os outros.”
Este contexto reforça a importância de sempre procurar ajuda das autoridades competentes e de familiares para combater qualquer tipo de violência.
Rebeca Artiagas, sob supervisão e edição de Ramiro Neto
Revisão gramatical: Eliza Maria Luchini
Fotos: Rebeca Artiagas
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