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       <title>Documentos - TJAM</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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              <item>
           <title>AS MATRIZES DA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA DE 1988</title>
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           <media:title type="plain">AS MATRIZES DA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA DE 1988</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p>Este trabalho procurou descrever e opinar; a partir de um breve apontamento sobre a evolução do sistema constitucional do país, principalmente a partir da promulgação da Carta Federal de 1988 e, portanto, quando passamos a viver num efetivo Estado Democrático de Direito; e, ainda, sobre quais são as matrizes do referido diploma legal e institucional.</p>
<p>Autor: VICENTE DE OLIVEIRA ROCHA PINHEIRO, Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Amazonas.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p>Este trabalho procurou descrever e opinar; a partir de um breve apontamento sobre a evolução do sistema constitucional do país, principalmente a partir da promulgação da Carta Federal de 1988 e, portanto, quando passamos a viver num efetivo Estado Democrático de Direito; e, ainda, sobre quais são as matrizes do referido diploma legal e institucional.</p>
<p>Autor: VICENTE DE OLIVEIRA ROCHA PINHEIRO, Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Amazonas.</p>]]></description>
           <author>roceli.lima@tjam.tj.am.gov.br (Roceli Pereira Lima)</author>
           <category>Artigos</category>
           <pubDate>Fri, 16 Feb 2024 00:00:00 -0400</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>A CARTA MAGNA E O INSTITUTO DA GUARDA COMPARTILHADA, APÓS AS LEIS DE REGÊNCIA DA MATÉRIA, E A NECESSÁRIA IGUALDADE DE DIREITOS E DEVERES ENTRE HOMENS E MULHERES</title>
           <link>https://www.tjam.jus.br/index.php/esmam-artigos/38649-a-carta-magna-e-o-instituto-da-guarda-compartilhada-apos-as-leis-de-regencia-da-materia-e-a-necessaria-igualdade-de-direitos-e-deveres-entre-homens-e-mulheres?format=html</link>
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           <media:title type="plain">A CARTA MAGNA E O INSTITUTO DA GUARDA COMPARTILHADA, APÓS AS LEIS DE REGÊNCIA DA MATÉRIA, E A NECESSÁRIA IGUALDADE DE DIREITOS E DEVERES ENTRE HOMENS E MULHERES</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p>A partir da Constituição Federal de 1988; não obstante o reconhecido valor da tutela jurisdicional das relações familiares, antes por intermédio do Código Civil de 1916, e, portanto, ao menos até o início da vigência da Lei nº 10.406 de 2002 e legislação infraconstitucional posterior e acerca de diferentes temáticas; tal diploma regulamentou importantes dispositivos da Carta Magna, numa verdadeira reestruturação do nosso Direito Civil, a ponto de se distanciar do modelo individualista, patrimonialista e francamente conservador do Código Civil anterior ...</p>
<p>Autor: VICENTE DE OLIVEIRA ROCHA PINHEIRO, Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p>A partir da Constituição Federal de 1988; não obstante o reconhecido valor da tutela jurisdicional das relações familiares, antes por intermédio do Código Civil de 1916, e, portanto, ao menos até o início da vigência da Lei nº 10.406 de 2002 e legislação infraconstitucional posterior e acerca de diferentes temáticas; tal diploma regulamentou importantes dispositivos da Carta Magna, numa verdadeira reestruturação do nosso Direito Civil, a ponto de se distanciar do modelo individualista, patrimonialista e francamente conservador do Código Civil anterior ...</p>
<p>Autor: VICENTE DE OLIVEIRA ROCHA PINHEIRO, Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas</p>]]></description>
           <author>claudio.cavalcante@tjam.tj.am.gov.br (Cláudio da Silva Cavalcante)</author>
           <category>Artigos</category>
           <pubDate>Mon, 18 Dec 2023 10:31:49 -0400</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>A IMPORTÂNCIA DA CRIAÇÃO E ESTRUTURAÇÃO DA VARA ESTADUAL ESPECIALIZADA DO MEIO AMBIENTE E QUESTÕES AGRÁRIAS (VEMAQA) NO AMAZONAS</title>
           <link>https://www.tjam.jus.br/index.php/esmam-artigos/31096-a-importancia-da-criacao-e-estruturacao-da-vara-estadual-especializada-do-meio-ambiente-e-questoes-agrarias-vemaqa-no-amazonas?format=html</link>
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           <media:title type="plain">A IMPORTÂNCIA DA CRIAÇÃO E ESTRUTURAÇÃO DA VARA ESTADUAL ESPECIALIZADA DO MEIO AMBIENTE E QUESTÕES AGRÁRIAS (VEMAQA) NO AMAZONAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p>O presente estudo procurou avaliar, após fazer uma abordagem sobre a evolução do Direito Ambiental no Brasil, a partir da década de 1970 e – depois – da promulgação da Constituição Federal de 1988; notadamente, no Estado do Amazonas, a importância da criação e estruturação da Vara Especializada Estadual do Meio Ambiente e Questões Agrárias; e, a partir de então, como os nossos doutrinadores e julgadores têm entendido e aplicado a legislação ambiental, sendo que a relevância benéfica do mesmo decorre da possibilidade da manutenção responsável e conjunta dos direitos e deveres do Poder Público e da Sociedade, visando sempre a preservação do meio ambiente amazônico e sua fantástica biodiversidade.</p>
<p>VICENTE DE OLIVEIRA ROCHA PINHEIRO Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Amazonas</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p>O presente estudo procurou avaliar, após fazer uma abordagem sobre a evolução do Direito Ambiental no Brasil, a partir da década de 1970 e – depois – da promulgação da Constituição Federal de 1988; notadamente, no Estado do Amazonas, a importância da criação e estruturação da Vara Especializada Estadual do Meio Ambiente e Questões Agrárias; e, a partir de então, como os nossos doutrinadores e julgadores têm entendido e aplicado a legislação ambiental, sendo que a relevância benéfica do mesmo decorre da possibilidade da manutenção responsável e conjunta dos direitos e deveres do Poder Público e da Sociedade, visando sempre a preservação do meio ambiente amazônico e sua fantástica biodiversidade.</p>
<p>VICENTE DE OLIVEIRA ROCHA PINHEIRO Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Amazonas</p>]]></description>
           <author>ramiro.neto@tjam.tj.am.gov.br (Ramiro Fernandes Neto)</author>
           <category>Artigos</category>
           <pubDate>Wed, 12 Apr 2023 14:17:03 -0400</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ABORDAGEM SOBRE A GUARDA COMPARTILHADA E CONVIVÊNCIA E DIREITOS AVOENGOS, A PARTIR DA LEI 11.698 DE 2008, COM UM ESTUDO E IDEIA DA SUA EXTENSÃO PARA OS(AS) AVÓS</title>
           <link>https://www.tjam.jus.br/index.php/esmam-artigos/31095-abordagem-sobre-a-guarda-compartilhada-e-convivencia-e-direitos-avoengos-a-partir-da-lei-11-698-de-2008-com-um-estudo-e-ideia-da-sua-extensao-para-os-as-avos?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ABORDAGEM SOBRE A GUARDA COMPARTILHADA E CONVIVÊNCIA E DIREITOS AVOENGOS, A PARTIR DA LEI 11.698 DE 2008, COM UM ESTUDO E IDEIA DA SUA EXTENSÃO PARA OS(AS) AVÓS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p>O presente estudo procurou avaliar, após fazer uma abordagem sobre a evolução dos institutos da Guarda Compartilhada e dos Alimentos Avoengos, a partir da Constituição Federal de 1988 e, mais diretamente, em decorrência do Código Civil de 2002, ou seja, como os nossos doutrinadores e julgadores têm entendido e aplicado tais questões e sua consequente modalidade da denominada (e nova) Guarda Compartilhada / Estendida entre genitor/a(es) e os avós da criança ou do adolescente, sendo que a sua relevância benéfica decorre da possibilidade da manutenção responsável e conjunta dos direitos e deveres inerentes ao poder familiar, sempre visando o Melhor Interesse e a Proteção Integral do(a) menor envolvido(a) na delicada circunstância de que seus genitores entre si e, também, os ascendentes de 2º grau em linha reta estejam separados e/ou vivendo em locais diferentes.</p>
<p>VICENTE DE OLIVEIRA ROCHA PINHEIRO Juiz da 6ª Vara de Família de Manaus/AM</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p>O presente estudo procurou avaliar, após fazer uma abordagem sobre a evolução dos institutos da Guarda Compartilhada e dos Alimentos Avoengos, a partir da Constituição Federal de 1988 e, mais diretamente, em decorrência do Código Civil de 2002, ou seja, como os nossos doutrinadores e julgadores têm entendido e aplicado tais questões e sua consequente modalidade da denominada (e nova) Guarda Compartilhada / Estendida entre genitor/a(es) e os avós da criança ou do adolescente, sendo que a sua relevância benéfica decorre da possibilidade da manutenção responsável e conjunta dos direitos e deveres inerentes ao poder familiar, sempre visando o Melhor Interesse e a Proteção Integral do(a) menor envolvido(a) na delicada circunstância de que seus genitores entre si e, também, os ascendentes de 2º grau em linha reta estejam separados e/ou vivendo em locais diferentes.</p>
<p>VICENTE DE OLIVEIRA ROCHA PINHEIRO Juiz da 6ª Vara de Família de Manaus/AM</p>]]></description>
           <author>ramiro.neto@tjam.tj.am.gov.br (Ramiro Fernandes Neto)</author>
           <category>Artigos</category>
           <pubDate>Wed, 12 Apr 2023 14:14:02 -0400</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Nossa Dor Não É Brincadeira</title>
           <link>https://www.tjam.jus.br/index.php/esmam-artigos/23458-nossa-dor-nao-e-brincadeira?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Nossa Dor Não É Brincadeira</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p>Este trabalho tern por finalidade contribuir para a ampliacão da cidadania feminina na luta contra a violência, buscando a efetiva concretização dos direitos das mulheres. Desse modo, o objetivo e conscientizar sobre os tipos de violência contra a mulher,&nbsp;bem como o que se deve fazer nesses casos, onde e como procurar apoio. Esta cartilha e voltada a informar toda sociedade, mulheres, homens, famílias e instituições. A abordagem é multidisciplinar e, por vezes, informal e dinâmica, em linguagem simples, para alcançar um número maior de leitoras e leitores.</p>
<p><strong>Larissa Padilha Roriz Penna,&nbsp;Juíza de Direito - TJAM</strong></p>]]></media:description>
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<p><strong>Larissa Padilha Roriz Penna,&nbsp;Juíza de Direito - TJAM</strong></p>]]></description>
           <author>claudio.cavalcante@tjam.tj.am.gov.br (Cláudio da Silva Cavalcante)</author>
           <category>Artigos</category>
           <pubDate>Thu, 18 Aug 2022 10:46:29 -0400</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Biblioteca Virtual</title>
           <link>https://www.tjam.jus.br/index.php/esmam-artigos/4441-biblioteca-virtual?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Biblioteca Virtual</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p>Artigo cedido pelo Prof. Martinho</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p>Artigo cedido pelo Prof. Martinho</p>]]></description>
           <author> (Anônimo)</author>
           <category>Artigos</category>
           <pubDate>Wed, 04 Dec 2019 08:40:50 -0400</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Artigo do Magistrado Carlos Henrique Jardim da Silva</title>
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           <media:title type="plain">Artigo do Magistrado Carlos Henrique Jardim da Silva</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p>Princípios Orientadores da Segurança Pública e Limitadores da Atividade Policial, à luz da Constituição Federal e das modernas tendências legislativas.</p>
<p>Artigo apresentado por ocasião do Curso de Aperfeiçoamento para Vitaliciamento e Atualização de Magistrados&nbsp; (2009).</p>]]></media:description>
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<p>Artigo apresentado por ocasião do Curso de Aperfeiçoamento para Vitaliciamento e Atualização de Magistrados&nbsp; (2009).</p>]]></description>
           <author> (Anônimo)</author>
           <category>Artigos</category>
           <pubDate>Wed, 04 Dec 2019 08:39:50 -0400</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AUTONOMIA CONSTITUCIONAL DA RESPONSABILIDADE POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA</title>
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           <media:title type="plain">AUTONOMIA CONSTITUCIONAL DA RESPONSABILIDADE POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p>O presente ensaio pretende abordar os aspectos constitucionais da responsabilidade por improbidade administrativa, seus reflexos nas infrações e sanções da LIA (Lei de Improbidade Administrativa), bem como no processo judicial por improbidade administrativa.</p>
<p>&nbsp;O tema é complexo, uma vez que a origem da ação de improbidade tem seu fundamento no § 4º do art. 37 da Constituição de 1988, que estabelece: “...&nbsp;<em>os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas na lei, sem prejuízo da ação penal cabível”.</em><em>1&nbsp;</em>Conforme a previsão constitucional, foi editada a Lei nº 8.429/92, cujo principal objetivo foi o combate aos atos ímprobos e, assim, alcançar o zelo e a proteção à probidade na Administração Pública.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p>O presente ensaio pretende abordar os aspectos constitucionais da responsabilidade por improbidade administrativa, seus reflexos nas infrações e sanções da LIA (Lei de Improbidade Administrativa), bem como no processo judicial por improbidade administrativa.</p>
<p>&nbsp;O tema é complexo, uma vez que a origem da ação de improbidade tem seu fundamento no § 4º do art. 37 da Constituição de 1988, que estabelece: “...&nbsp;<em>os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas na lei, sem prejuízo da ação penal cabível”.</em><em>1&nbsp;</em>Conforme a previsão constitucional, foi editada a Lei nº 8.429/92, cujo principal objetivo foi o combate aos atos ímprobos e, assim, alcançar o zelo e a proteção à probidade na Administração Pública.</p>]]></description>
           <author> (Anônimo)</author>
           <category>Artigos</category>
           <pubDate>Tue, 03 Dec 2019 11:49:12 -0400</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO JUDICIAL ELETRÔNICO</title>
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           <media:title type="plain">BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO JUDICIAL ELETRÔNICO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p>O presente trabalho tem por objeto estudar acerca da implantação do processo judicial eletrônico. Para tanto, buscou verificar qual a forma utilizada para identificação dos operadores do direito, a fim de&nbsp; garantir a autenticidade dos documentos, a identidade das partes e seus representantes, bem como a respeito das características do processo eletrônico. Discorreu sobre&nbsp; a realidade atual do processo judicial eletrônico, aspectos polêmicos, desenvolvimento de programas de compatibilidade de sistemas, capacitação e conscientização dos recursos humanos referente à nova realidade.</p>
<p><strong>Elci Simões de Oliveira</strong></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p>O presente trabalho tem por objeto estudar acerca da implantação do processo judicial eletrônico. Para tanto, buscou verificar qual a forma utilizada para identificação dos operadores do direito, a fim de&nbsp; garantir a autenticidade dos documentos, a identidade das partes e seus representantes, bem como a respeito das características do processo eletrônico. Discorreu sobre&nbsp; a realidade atual do processo judicial eletrônico, aspectos polêmicos, desenvolvimento de programas de compatibilidade de sistemas, capacitação e conscientização dos recursos humanos referente à nova realidade.</p>
<p><strong>Elci Simões de Oliveira</strong></p>]]></description>
           <author> (Anônimo)</author>
           <category>Artigos</category>
           <pubDate>Tue, 03 Dec 2019 11:43:59 -0400</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Iconografia da Justiça através dos tempos</title>
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           <media:title type="plain">Iconografia da Justiça através dos tempos</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p>A iconografia ​(do grego “eycon”, imagem, e “graphia”, descrição, escrita) é um tipo de linguagem visual que utiliza imagens como forma de representação de determinado tema. Como se costuma dizer "uma imagem vale mais do que mil palavras"; e muito mais do que as palavras, as imagens são capazes de apreender significados, sem, contudo, aprisioná-los na maior rigidez do vernáculo. E carregarem consigo a marca da atemporalidade e universalidade.</p>
<p><strong>Juiz Marcelo Cavalcanti Piragibe Magalhães</strong></p>
<p><strong>Vice-Diretor Presidente da Escola Nacional da Magistratura (ENM)</strong></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.tjam.jus.br/index.php/esmam-artigos/4426-iconografia-da-justica-atraves-dos-tempos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p>A iconografia ​(do grego “eycon”, imagem, e “graphia”, descrição, escrita) é um tipo de linguagem visual que utiliza imagens como forma de representação de determinado tema. Como se costuma dizer "uma imagem vale mais do que mil palavras"; e muito mais do que as palavras, as imagens são capazes de apreender significados, sem, contudo, aprisioná-los na maior rigidez do vernáculo. E carregarem consigo a marca da atemporalidade e universalidade.</p>
<p><strong>Juiz Marcelo Cavalcanti Piragibe Magalhães</strong></p>
<p><strong>Vice-Diretor Presidente da Escola Nacional da Magistratura (ENM)</strong></p>]]></description>
           <author> (Anônimo)</author>
           <category>Artigos</category>
           <pubDate>Tue, 03 Dec 2019 11:37:31 -0400</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Home care para idosos - Entre a obediência ao contrato e o direito à vida e morte dignas</title>
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           <media:title type="plain">Home care para idosos - Entre a obediência ao contrato e o direito à vida e morte dignas</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p>O artigo versa sobre o tratamento home care para idosos. Aborda os aspectos jurídicos do direito à vida e os aspectos éticos do direito à morte digna. Trata também dos aspectos realacionados aos contratos de plano de saúde no que tange ao home care. Tem por objetivo analisar a dicotomia entre a obediência aos contratos de plano de saúde, que preveem, com frequência, cláusula excludente desse tipo de tratamento, e o direito do idoso à vida e a um estágio terminal digno.</p>
<div class="dm_description">
<p>A respeito da cláusula excludente do tratamento nos contratos de plano de saúde, realiza-se análise jurídica e jurisprudencial do caso. A metodologia utilizada é a da pesquisa bibliográfica, indutiva, de cunho qualitativo.</p>
<p><strong>Juíza de Direito Nayara de Lima Moreira, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM)</strong></p>
</div>
<div class="clr">&nbsp;</div>
<div class="dm_taskbar">&nbsp;</div>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.tjam.jus.br/index.php/esmam-artigos/4422-home-care-para-idosos-entre-a-obediencia-ao-contrato-e-o-direito-a-vida-e-morte-dignas?format=html</guid>
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<div class="dm_description">
<p>A respeito da cláusula excludente do tratamento nos contratos de plano de saúde, realiza-se análise jurídica e jurisprudencial do caso. A metodologia utilizada é a da pesquisa bibliográfica, indutiva, de cunho qualitativo.</p>
<p><strong>Juíza de Direito Nayara de Lima Moreira, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM)</strong></p>
</div>
<div class="clr">&nbsp;</div>
<div class="dm_taskbar">&nbsp;</div>]]></description>
           <author> (Anônimo)</author>
           <category>Artigos</category>
           <pubDate>Tue, 03 Dec 2019 11:34:59 -0400</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Alienação Parental Intrafamiliar – Ambiente Familiar Hostil</title>
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           <media:title type="plain">Alienação Parental Intrafamiliar – Ambiente Familiar Hostil</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p>A síndrome da alienação parental é caracterizada pela campanha de desqualificação entre membros familiares – na maioria das vezes, pais e mães – que estão passando ou já passaram por um processo de separação ou divórcio. As condutas de alienação parental não são aceitas pelo ordenamento jurídico pátrio e são vedadas pela Lei n. º 12.318/2010. Andou bem o legislador nacional ao tentar impedir que as condutas de alienação parental sejam praticadas, haja vista as graves consequências sofridas pela criança ou adolescente, entre os quais destacam-se: a depressão, baixa autoestima, complexo de resgate e diversas formas de sofrimento emocional.</p>
<p>A problemática do presente estudo ocorre quando o casal não está em um processo de divórcio ou separação, mas mesmo assim a alienação ocorre. Ou seja, é imprescindível a separação em concreto para que a alienação parental ocorra? Caso a alienação parental ocorra em uma família que não possui a intenção de se separar, quais agentes podem vir ao socorro da criança ou adolescente envolvido? São assuntos discutidos neste artigo.</p>
<p><strong>Juiz de Direito Saulo Góes Pinto, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM)</strong></p>
<p>Imagem: Reprodução da Internet (gazetadopovo)</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.tjam.jus.br/index.php/esmam-artigos/4421-alienacao-parental-intrafamiliar-ambiente-familiar-hostil?format=html</guid>
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<p>A problemática do presente estudo ocorre quando o casal não está em um processo de divórcio ou separação, mas mesmo assim a alienação ocorre. Ou seja, é imprescindível a separação em concreto para que a alienação parental ocorra? Caso a alienação parental ocorra em uma família que não possui a intenção de se separar, quais agentes podem vir ao socorro da criança ou adolescente envolvido? São assuntos discutidos neste artigo.</p>
<p><strong>Juiz de Direito Saulo Góes Pinto, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM)</strong></p>
<p>Imagem: Reprodução da Internet (gazetadopovo)</p>]]></description>
           <author> (Anônimo)</author>
           <category>Artigos</category>
           <pubDate>Tue, 03 Dec 2019 11:22:33 -0400</pubDate>
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