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Judiciário prestigia Desfile Cívico-Militar de 7 de Setembro no Sambódromo

O desfile deste ano aconteceu no Centro de Convenções de Manaus, Sambódromo, ao lado da Arena da Amazônia, na zona Centro-Oeste da capital.


patria_3O presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), desembargador Flávio Pascarelli, prestigiou o Desfile Cívico-Militar de 7 de Setembro, no início da manhã desta quinta-feira, em homenagem à Independência do Brasil, juntamente com várias autoridades, dentre elas o titular da Defensoria Pública do Amazonas, defensor público-geral Rafael Barbosa, no Centro de Convenções de Manaus, o Sambódromo. Mais de 7 mil pessoas acompanharam o desfile dos grupamentos, bem como dos equipamentos e veículos utilizados em suas atividades. Destaque para a participação dos ex-integrantes da missão de paz no Haiti e de militares de países vizinhos como o Peru e a Colômbia.

O desembargador Flávio Pascarelli lembrou que a data, além da importância histórica, é também simbólica para a sociedade, de continuar lutando contra a corrupção e pelo fortalecimento das instituições como o Judiciário, Ministério Público e Polícia Federal. “A independência do Judiciário é fundamental para a democracia”, completou o presidente do TJAM, enfatizando o papel exercido pela Justiça na vida de todos os brasileiros.patria_1

 

Veja aqui a homenagem do TJAM, nas redes sociais, aos dias 5 e 7 de Setembro, respectivamente Elevação do Amazonas à categoria de Província e Independência do Brasil

 

O desfile militar da Independência começou com o hasteamento das bandeiras do Brasil, do Amazonas e de Manaus, por volta das 8h. O Comando Militar da Amazônia (CMA) participou com o maior efetivo dos últimos dez anos – 2.450 militares do Exército Brasileiro -, dentre eles, as “Velhas Onças”, confraria inspirada nos ideais do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), e tem a finalidade de reunir ex-combatentes. Também desfilaram: o grupamento do Colégio Militar de Manaus, instituição de ensino criada em 1971, sendo a oitava escola militar fundada no Brasil; a Escola Militar Bilíngue do Corpo de Bombeiros, de Tempo Integral, que no dia 7 de fevereiro deste ano tornou-se bilíngue português-francês, através da Resolução 12/2017 do Conselho Estadual de Educação, e conta com 478 alunos e 26 professores do corpo pedagógico e 11 bombeiros militares; e o grupamento formado por oficiais e sargentos do segmento feminino do CMA e que, de acordo com o Exército, a partir deste ano, as mulheres já poderão prestar concurso de âmbito nacional para ingressar na Escola Preparatória de Cadetes do Exército e Escola de Sargentos das Armas.patria_5

Os cadetes da Academia Militar das Agulhas Negras – principal escola de formação de oficiais combatentes de carreira do Exército Brasileiro, com sede no Rio de Janeiro -, também participaram do desfile em Manaus. A instituição recebe jovens de todas as regiões do País e, ao final de um período de quatro anos, saem formados oficiais das Armas de Infantaria, Cavalaria, Artilharia, Engenharia e Comunicações, Material Bélico e do Serviço de Intendência.

Um dos destaques do desfile foi a participação de militares brasileiros que integraram a missão de paz no Haiti. De acordo com o cel. do Exército André Freitas, oficial de Comunicação Social do CMA, o Brasil está encerrando suas atividades naquele país, após 13 anos trabalhando no objetivo da Organização das Nações Unidas (ONU) de manter a paz no Haiti. Ao longo desse tempo, aproximadamente 30 mil militares brasileiros participaram dessa missão, juntamente com oficiais da Marinha. No Haiti, as Forças Armadas do Brasil atuaram em parceria com militares do Uruguai, Jordânia, Argentina, Japão e Paquistão. A próxima missão de paz da ONU, embora ainda não esteja confirmada, poderá ser na República Centro-Africana a partir de 2019.patria_2

Outro destaque do desfile foi a presença de comitivas das Marinhas da Colômbia e do Peru. Há 42 anos, as Marinhas do Brasil e desses dois países realizam a operação Bracolper Naval, com o propósito de incrementar o nível de treinamento, interoperabilidade e integração das unidades fluviais e aeronavais dos militares brasileiros, colombianos e peruanos em prol da segurança da região Amazônica. Os navios dos países vizinhos estão atracados na Estação Naval do Rio Negro e no cais das Torres, em Manaus. A Banda de Música dos Fuzileiros Navais do Comando do 9º Distrito Naval abriu o desfile da Marinha do Brasil, interpretando a música “Cisne Branco”, composta por Antonio Manoel do Espírito Santo e Benedito Xavier de Macedo, considerada a ‘música do marinheiro’.

Participaram do desfile, a 1ª e 2ª Companhias de Fuzileiros Navais, militares que representam a elite da Marinha, cuja história teve início em 1808, com a chegada da Família Real ao Brasil, e tem capacidade para realizar, ao mesmo tempo, assalto anfíbio em áreas fluviais e operações de selva, lançados por meio de lanchas de ataque rápido ou helicópteros; o Pelotão de Polícia, uma fração especializada do 1º Batalhão de Operações Ribeirinhas e que exerce tarefas específicas no âmbito da jurisdição da força naval; com seus tradicionais uniformes brancos, também se apresentaram os oficiais da Companhia de Marinheiros, formada por militares que tripulam os navios de combate e navios de apoio que compõem a Força Naval Brasileira, com atuação na defesa, patrulhamento, controle e salvamento, além de realizar assistência médica, odontológica e orientação sanitária em comunidades isoladas da Amazônia; dentre outros destacamentos.patria_4_copy

Dando sequência ao desfile militar, a Banda de Música da Ala 8, com canções históricas da aviação militar do País, iniciou o desfile da Força Aérea Brasileira no Sambódromo. Destaque para o IV Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo (Cindacta IV), unidade que realiza a defesa do espaço aéreo e o controle do tráfego de aeronaves em uma área de mais de 5 milhões de quilômetros quadrados, abrangendo nove Estados brasileiros. Os oficiais do Cindacta IV gerenciam 20% dos voos realizados no Brasil em uma área correspondente a mais de 60% do território nacional. Também desfilaram: os militares do Grupamento de Apoio de Manaus, Grupo Logístico da Ala 8, Serviço de Recrutamento e Preparo de Pessoal da Aeronáutica de Manaus, e o Destacamento de Infraestrutura de Manaus.

Outro destaque foi a presença do Grupamento Feminino da Força Aérea, composto por militares das áreas operacional e administrativa das organizações da guarnição em Manaus. A mulher ingressou na Força Aérea Brasileira em 1982, quando foram criados os quadros de oficiais e de graduadas. Atualmente, mais de 10 mil mulheres fazem parte da Aeronáutica, atuando em áreas diversas, como aviação, intendência, saúde, engenharia, suporte à aviação e administrativa.

Em seguida, desfilou o grupamento formado por militares do VII Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa-7), que atua no planejamento, gerência, controle e execução de atividades relacionadas à investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos no âmbito da aviação civil; desfilaram também os militares do Hospital da Aeronáutica de Manaus, que também desenvolvem ações humanitárias, evacuações aeromédicas e missões de natureza cívico-social, levando ainda atendimento médico e odontológico às populações ribeirinhas da Amazônia.

O desfile terminou por volta das 10h com o abafamento do fogo, marcando o encerramento da Semana da Pátria no Amazonas.

 

 

Acyane do Valle

Fotos: Raphael Alves

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