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Presidente Flávio Pascarelli conversa com candidatos aprovados no concurso para juízes do TJAM

Encontro reuniu representantes dos candidatos aprovados, que esclareceram dúvidas com o presidente do TJAM


Reunio_com_comisso_dos_aprovados_no_concurso_para_juizO presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), desembargador Flávio Pascarelli, conversou nesta terça-feira (13) com candidatos aprovados no concurso público para juízes da Corte (2015), homologado recentemente em sessão do Pleno do Judiciário Estadual. O grupo, que representou os 64 aprovados, esclareceu dúvidas a respeito das nomeações dos novos magistrados e os procedimentos que deverão ser adotados pelo Tribunal. Pascarelli deixou claro sua intenção de  começar as convocações ainda na sua gestão.

“Estabelecemos um administração democrática, onde os magistrados e servidores podem colaborar com as decisões da Presidência do Tribunal. E é nossa intenção também poder receber da melhor forma possível os futuros juízes do Amazonas”, comentou o presidente da Corte Estadual. “A tendência é que todos os aprovados sejam chamados pelo Tribunal e pretendemos fazer isso ainda na nossa gestão”, declarou Pascarelli, durante a reunião desta terça, na sede do Poder Judiciário Estadual, em Manaus, e que também contou com a participação dos desembargadores Nélia Caminha Jorge e Jormar Fernandes, além do juiz de Direito Roberto Taketomi, coordenador do Centro Judiciário de Soluções de Conflitos (Cejusc Cível) e titular da 2ª Vara Cível e de Acidentes de Trabalho da Comarca de Manaus.

O secretário-geral de Justiça, Fernando Todeschini, que também participou do encontro com os aprovados, lembrou que foi publicado no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) desta terça o Edital nº01/2017-PTJ, que trata da Remoção para as Comarcas do interior do Estado, contemplando os critérios de antiguidade e merecimento para as unidades judiciais, que se configura na primeira parte do processo de nomeação dos novos juízes. “Por meio do edital (páginas 13 a 15 do caderno Administrativo), o Tribunal de Justiça vai verificar quais as unidades judiciais que ficarão vagas, após a remoção pelos critérios de antiguidade e merecimento, para que possam ser providas com os novos magistrados”, explicou Todeschini.

O porta-voz do grupo, Marcelo Cruz de Oliveira, destacou a receptividade do desembargador Flávio Pascarelli e os esclarecimentos repassados aos candidatos aprovados sobre as nomeações, dentre outros questionamentos. Na reunião, estiveram aprovados dos Estados da Bahia, Amazonas, Distrito Federal, Roraima e Pernambuco. “O presidente Pascarelli nos atendeu com muita presteza e nos franqueou o encontro, sendo muito importante para nós. Tínhamos algumas dúvidas que precisavam ser esclarecidas e saímos daqui com um senso do dever cumprido e, ao mesmo tempo, muito animados de poder vir trabalhar no Tribunal de Justiça e servir à comunidade amazonense na condição de juízes substitutos”, declarou ao Portal do TJAM.

Dedicação

Todos os aprovados que compareceram à reunião desta terça, em Manaus, têm histórias semelhantes – muita dedicação ao estudo do Direito e esperanças quanto ao próximo desafio de vida: a magistratura. 
Paulo José Benevides dos Santos, apesar de ter nascido em Minas Gerais, toda sua trajetória de vida está no Amazonas. Formado em Direito pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), disse que “ninguém passa em um concurso público para juiz sem se dedicar com muita seriedade”. “Não é apenas um concurso, é a escolha de uma carreira. E foi a que eu quis abraçar”, acrescentou.

O amazonense de Manaus, Edson Rosas Neto, contou que o primeiro emprego dele foi no Tribunal de Justiça do Amazonas. Os pais, que são advogados, o incentivaram a seguir o sonho de ser juiz. “Passei no concurso para analista judiciário do TJAM, fui nomeado, e agora passei no concurso para juiz. O Tribunal é a minha segunda casa e sempre quis seguir carreira na magistratura e ser juiz no meu Estado”, ressaltou.

Saulo Góes Pinto também começou a carreira profissional como estagiário no Tribunal de Justiça do Amazonas. “A vontade de ser magistrado surgiu em 2009 quando fui trabalhar como estagiário na 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual da Comarca de Manaus. Eu já ocupava um cargo público em outro Tribunal, pedi exoneração para me dedicar exclusivamente a este concurso e foi uma aposta, um risco que resolvi correr porque queria ser magistrado no Amazonas, na minha terra. Minha mãe é de Coari e levar a justiça para interior é um sonho”, afirmou.

Após cinco anos de preparação, Marco Aurélio Plazzi também obteve a aprovação no concurso para juiz do TJAM. Do Distrito Federal, disse que suas expectativas são as melhores possíveis. “Não somente em razão da grandeza do Estado – no quesito territorial -, mas também quanto à sua importância cultural, dentro do cenário mundial, e, principalmente, de ter a possibilidade de levar o amparo da Justiça à população do interior”.

Rosberg Crozara e Geildson de Souza Lima também destacaram a dedicação aos estudos para obter êxito no concurso público. “É preciso dedicaçãointegral, com muitas horas de estudo, foco e método”, afimou Crozara, que é de Salvador (BA). “Quem pensa em ser juiz tem que ter uma devoção, se dedicar mesmo para taingir o nosso objetivo final que é ser juiz”, completou Geildson.

 

Texto: Acyane do Valle

Foto: Raphael Alves

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